segunda-feira, 25 de junho de 2012

27 metros de exposição

Integrada na Semana da Escola e para celebrar o fim das atividades deste ano letivo, a biblioteca organizou a sua exposição final, com a lógica de um filme, ao longo dos vidros e paredes. Foram usadas apenas imagens dos cartazes produzidos ao longo do ano e posts deste blogue. 27 metros que traduzem  uma parte do que foi feito. Na biblioteca, com a biblioteca, ao serviço da comunidade educativa. Agradecimento aos amigos, aos parceiros, aos orgãos da escola que criaram condições, colaboraram e interagiram, aos colaboradores (professores, funcionária, estagiário, monitores), ao CFECA, à RBE, ao SABE, ao PNL, à Fundação C. Gulbenkian, aos utilizadores. Parabéns a todos!

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Leitura & Companhia - 6 de junho



Afinal, contra todas as previsões, não foi possível realizar no exterior a nossa última sessão de "Leituras & Companhia"  porque estava chover! Deste modo, socorremo-nos do palco improvisado do Pavilhão B onde decorria  "Música aos Montes", atividade integrada na Semana da Escola. Os alunos do 7º A apresentaram uma leitura encenada de trechos de "Leandro, o rei da Helíria", de Alice Vieira.

Dar de Volta - Manuais Escolares

Projeto “DAR DE VOLTA”
Reutilização de manuais escolares – Participe nesta iniciativa municipal!

O projeto “Dar de Volta” caracteriza-se por ser um projeto colectivo, intermunicipal, que se baseia nos conceitos de solidariedade e rentabilização de recursos. A Câmara Municipal de Almada pretende, em cooperação com as famílias e as escolas, encorajar e proporcionar aos munícipes a reutilização dos manuais escolares. Tendo em conta o atual contexto socioeconómico e as carências sociais que caracterizam muitas famílias do concelho, com crianças em idade escolar, a Câmara Municipal de Almada aderiu ao Projeto Dar de Volta da Associação dos Municípios da Região de Setúbal, concretizado através das bibliotecas municipais dos concelhos aderentes. Em Almada, no segundo ano de projeto, convidamos as famílias com filhos em idade escolar a participar nesta iniciativa solidária.

Público-alvo
O programa pretende abranger famílias com filhos em idade escolar (do 5º ao 12º ano de escolaridade). A aceitação dos manuais escolares será feita de acordo com os seguintes critérios: estado físico dos livros - não serão aceites livros danificados, e ano de edição – só serão aceites manuais em vigor nos estabelecimentos de ensino do concelho a partir do ano lectivo 2009/2010.

Recepção dos manuais escolares na Biblioteca Municipal José Saramago, no Feijó
Os manuais poderão ser entregues a partir de 22 de Junho até 31 de Julho na Biblioteca Municipal José Saramago, no Feijó, no horário de funcionamento do serviço, 3ªf a Sábado, das 10h às 18h.

Entrega dos Manuais escolares às famílias
-   A entrega dos manuais aos munícipes que os solicitem decorrerá, presencialmente, na Biblioteca Municipal José Saramago, no Feijó, a partir de 1 Setembro de 2012. O serviço prestado é inteiramente gratuito;
-   Para receber manuais através deste projeto não existe obrigatoriedade de doar outros manuais, nem de restituir no final do ano os manuais recebidos;
-  A biblioteca não aceita listagens de manuais;
-   A biblioteca não elabora listas de espera;
-   A entrega dos manuais às famílias é feita por ordem de entrada do pedido, não procedendo a biblioteca a reservas, e sempre de acordo com os títulos disponíveis em depósito;
-   Para receber os manuais o munícipe terá de preencher uma ficha de pedido, a disponibilizar no balcão de atendimento da Biblioteca Municipal José Saramago, no Feijó.

Mais informação:
Dr.ª Maria João Ferro
mferro@cma.m-almada.pt
www.m-almada.pt/bibliotecas
21 250 83 01

Biblioteca Municipal de Almada
21 272 49 20







quarta-feira, 6 de junho de 2012

Receita para fazer... o AMOR


Receita para fazer... o AMOR

500gr de abraços
2 colheres de beijinhos
1 pitada de carinho
1 copo de felicidade
300gr de honestidade
1 pacote de solidariedade
Mistura-se tudo muito bem misturado numa tigela do tamanho do Mundo. Leva-se a lume brando, para ir amolecendo o coração das pessoas. Deixa-se uma eternidade e... está feito!
Nota: Não juntar egoísmo, inveja, traição ou ódio senão a receita pode “esturricar”...

 Ana Filipa Murça, João Silva, Maria Leonor Arrimar, 7ºA (Formação Cívica, Profª Raquel Silva)

domingo, 3 de junho de 2012

ORA LÊ ISTO


Quantas madrugadas tem a noite
Ondjaki
Enquanto crava umas cervejas ao seu silencioso interlocutor, o narrador vai puxando o fio da memória e conta-nos uma história do quotidiano de Luanda.
Ecos de uma infância longe, um atropelamento e os atropelos da morte de Adolfo Dias num relato hilariante e um registo quase cinematográfico. Um texto vivo e apaixonante com uma brilhante construção de personagens.
                                                                                                  João Marques

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Dia da Diversidade - Exposição de Fotografia de Edite Louro

Indo ao encontro do tema da Diversidade Cultural foi organizada a exposição de fotografia da Profª Edite Louro sob o tema "Gentes do Mundo". Brinda-nos com um número muito apreciável de excelentes fotografias tiradas nas suas viagens por todos os continentes. Muitos Parabéns!
No último "placard" da exposição foi lançado um desafio a toda a comunidade escolar para aí serem colocadas imagens/trabalhos sobre diversidade cultural. Haverá uns pequenos prémios/surpresa para os melhores!

Dia da Diversidade - Pedro Patraquim com o 8º B

O psicólogo Pedro Patraquim dinamizou os "Jogos da Diversidade" com a turma do 8º B. No final, os alunos produziram individualmente, frases de reflexão sobre o tema. Foi este, o resultado:
Tratado de Diálogo Intercultural
·       Conhecer é falar, partilhar é interagir. Respeita as diferenças dos outros pois somos todos diferentes.

·       A diversidade é a diferença entre culturas.

·       Nunca devemos desprezar os outros.

·       Não interessa de onde somos mas sim quem somos.

·       Devemos partilhar as nossas coisas para termos uma boa relação.

·       A amizade é uma das coisas mais importantes da vida porque sem amizade e sem amigos não é a mesma coisa e nem tem a mesma piada.

·       Não julgar pela aparência mas sim por dentro.

·       O poder de pensar e agir terá de tomar lugar para combater a diferença.

·       A minha cultura vou partilhar, as outras culturas vou respeitar.

·       A diferença é um livro de aventuras e sabedoria; o desconhecido é como um livro fechado na nossa biblioteca ainda por abrir.

·       As diferenças têm de ser respeitadas por todos porque enriquecem-nos e porque só assim conseguimos conviver em conjunto.

·       Devemos respeitar as várias culturas e não desrespeitar.

·       Temos de aceitar as várias diferenças e culturas e só assim conseguimos ter uma boa amizades e paz no mundo.

·       Toda a gente tem modos de vida diferentes e isso não se escolhe.

·       As pessoas não são o que parecem pois mostram-se uma coisa e são outra.

·       Toda a gente tem a sua própria cultura e os seus modos de viver; por isso somos todos diferentes.

·       “Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra”- frase de Bob Marley.

·       Nunca devemos julgar os outros pelo  que são por fora mas sim pelo que são por dentro.

·       Devemos respeitar as culturas e os estereótipos.

·       As amizades têm de ser respeitadas e protegidas.

·       Devemos aceitar as diferenças dos outros.

·       Os amigos não se escolhem pelas culturas nem pelo modo de vida.

Dia da Diversidade com Myriam Jubilot Carvalho

O Dia da Diversidade começou com Myriam Jubilot de Carvalho, trazendo-nos Uma História de Amor, do Alandalus. Mostrou-nos como a Península Ibérica é um local de diversidade, como se cruzaram por cá povos e culturas, como ainda hoje somos marcados pelas nossas heranças de língua e de forma de ser. Finalmente desvendou-nos a sua paixão de estudo, da presença árabe na Península Ibérica, da poesia e histórias que também ainda cruzam a nossa literatura. Foi bonito ver como os alunos do 10º F aderiram à sua mensagem e como se sentiram também ibéricos pois alguns dos poemas do alandalus que foram lidos e interpretados, eram traduções em castelhano. Todos os compreenderam bem e alguns leram-nos com uma excelente pronúncia e à vontade. Foram uns momentos importantes de enriquecimento e de partilha. O nosso agradecimento, mais uma vez, à professora e poeta Myriam Jubilot de Carvalho.

Dia da Diversidade - Adultos do CNO

Na semana anterior um grupo de adultos do CNO foi desafiado a escrever umas frases sobre a Diversidade Cultural. Eis o resultado:


A diversidade pode ser entendida como a cultura de cada país com o seu povo. No meu país temos música, semba, dança e o nosso prato é muamba. Em relação à nossa educação, os nossos filhos têm mais respeito pelos pais e pelas outras pessoas e até com os nossos vizinhos.                                            António Joaquim Quissam


Dia 21 de Maio é o dia da diversidade cultural. Um dia em que todos nós podemos aproveitar para falar de nós, como somos, nas nossas diferenças, mas também nas nossas semelhanças, por vezes somos iguais. Ao mesmo tempo, por vezes tornamo-nos egoístas, dado o clima que cada um vive, por vezes ouvimos, mas quando paramos para olhar para o vizinho do lado nem sempre perguntamos se está bem.
Temos que ser tolerantes com os outros, ter mais atenção, mas também e sobretudo não termos medo de nos aproximar porque somos pessoas diferentes.                                                                            Marcolino Teixeira


Somos todos diferentes em tudo, acho eu que a diversidade é muito importante, uma cultura diferente da outra dando mais prazer à vida porque se tudo fosse igual seria uma rotina insuportável.                        Fernando Ramos


A diversidade baseia-se na cultura e na diferença e nas várias formas de viver. Espero que todos os dirigentes cheguem a tomar consciência de que todos nós somos iguais, não interessa a cor porque o sangue é da mesma cor. O que interessa é conviver com todos seja pobre ou rico, somos de carne e osso. Espero que deixemos de ter opiniões erradas para com os outros.                                                                                         Manuel Monteiro


A diversidade é a compreensão entre todas as pessoas, seja qual for a sua raça.                                     Umbelina


A diversidade deveria ser uma união das pessoas para podermos ter mais experiências das culturas dos povos. Devia haver mais harmonia entre todos os seres humanos e fazermos mais uns pelos outros.           Manuel Oliveira


A diversidade é toda a cultura, na qual se juntam religiões unidas, que devem tolerar-se e compreender-se umas às outras, tentando que não haja divergências. Juntar os amigos num almoço e discutir as ideias uns com os outros poderá ser uma forma de diálogo cultural para que em tolerância o mundo se compreenda em tudo o que é de bom e de melhor.                                                                                                                  João Cardoso                     


A diversidade é conviver com todas as raças, saber ouvir, escutar, compreender, partilhar e dialogar.
                                                                                                                                Ana Paula Pereira Carvalho


Diversidades entre povos, é também assinalar as diferenças entre os povos, compreender-se uns aos outros, é querer saber de diferentes culturas como a de Angola e de Portugal. Saber do semba em Angola, do fado em Portugal, do samba no Brasil são alguns exemplos de diversidade, é também falar das religiões e sobretudo sermos mais tolerantes entre os povos.                                                                           Isaac António Quissango


Espero que a partir desta data haja mais consciência principalmente respeitando a tradição das culturas para nos unirmos e reconciliarmos com boa vontade, unidos, conseguindo deixar bons exemplos para os nossos filhos.
                                                                                                                                                   Lídia Santos


A diversidade baseia-se nas diferentes culturas entre povos, na diferença ideológica e religiosa. Nós estamos abertos a novos costumes e vivências entre povos e a natureza.                                         Cândido da Silva Manuel


A diversidade baseia-se nas culturas das pessoas porque sou uma pessoa que gosto de todos, gosto de conviver com todos e ter mais respeito pelas pessoas para que possa também ser respeitado pelas mesmas. Eu gosto dos meus vizinhos porque eles são boas pessoas.                                                                      Manuel José Monteiro

Eu dou-me bem como todos. Respeito todas as pessoas de todas as regiões do mundo e de todas as culturas.
Jorge Santos

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Dia Mundial da diversidade Cultural para o Diálogo e desenvolvimento

Encontra-se na Biblioteca uma exposição sobre o significado do Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e Desenvolvimento que inclui a Declaração Universal sobre a Diversidade Cultural, aprovada em 2001 pela UNESCO. Poderemos aí encontrar, também, as 10 sugestões da UNESCO e da Aliança das Civilizações para a celebração deste dia. Em algumas mesas e expositores foram organizadas pequenas mostras de documentação com a temática da diversidade cultural.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Leitura & Companhia a 16 de maio

Realizou-se mais uma sessão de Leitura & Companhia, em boa companhia. Falou-se de livros de banda desenhada, de livros de mistério e aventura e de outros livros, de temas mais "sérios"... Foi, novamente, um tempo muito bem passado, com leitura, reflexão e... bolachinhas!

Combinamos que a próxima sessão será ao ar livre. Boa ideia, não é?

sábado, 12 de maio de 2012

Ora lê isto!


Cus de Judas
António Lobo Antunes
Um homem e uma mulher- dois náufragos na noite “como um eremita que encontra outro eremita à esquina de uma praga de gafanhotos”, uma canção de engate amarga e desencantada povoada de corpos mutilados.
Dois estranhos num bar; uma sucessão de copos num rio de álcool e uma enchente de memórias de guerra. Os dois náufragos-estranhos derivam juntos, sem se aproximar. Nem os lençóis do amor frio os chegam a aproximar.  
                                                                                                                                                       João Marques

Trabalhos do Clube de Latim


Estão expostos na Biblioteca os trabalhos dos alunos do Clube de Latim e ainda mais alguns livros sobre a cultura latina antiga e outras curiosidades...

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Resultados do Concurso "Como seria a vida sem os media?"


1º LUGAR – Samuel Ferreiro, 10º F
Um mundo cego, um mundo surdo, um mundo mudo… Seria um outro mundo, paralelo ao nosso, talvez com melhor destino.

2º LUGAR – Maria Inês Ferreira, 12º D
A vida sem os media seria um planeta em paz.

3º LUGAR – Pedro Gonçalo da Silva Costa, 12º D
A minha vida sem os media seria como uma casa sem pessoas…


 O texto do primeiro classificado foi enviado para a Rede de Bibliotecas escolares, representando a escola no concurso nacional.
 
PARABÉNS AOS VENCEDORES E A TODOS OS ALUNOS QUE PARTICIPARAM!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Leituras & Companhia a 16 de maio


Está confirmada a data da próxima sessão de Leituras & Companhia para 16 de maio! Compareçam!

E que tal trazerem sugestões de banda desenhada?   :-))


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Leitura & Companhia a 2 de maio

A sessão de Leitura & Companhia de 2 de maio correu bem, com a presença de alunos do 3º Ciclo,  do Centro Novas Oportunidades e professores. Foram apresentados muitos livros, com  temas variados, e de uma forma que realmente desperta a curiosidade de quem não os conhece. Quando os livros apresentados já eram conhecidos de alguns dos presentes, houve debate  animado sobre eles. Sobre outros, para além da apresentação, houve leitura de pequenos excertos. À saída, todos foram unânimes em querer uma sessão para breve. Talvez a 16 de maio. Depois confirma-se!

A vida sem os media - Concurso

Durante o dia de hoje, 3 de maio, está a decorrer na biblioteca o concurso "Como seria a vida sem os media?". Basta responderes a esta pergunta com uma frase, colocares na caixa que criamos para o efeito e aguardares para ver se a tua frase será escolhida, enviada ao concurso nacional e... premiada com um tablet!
Para além do concurso, o  importante será refletirmos como é... a nossa vida com os media...

terça-feira, 1 de maio de 2012

Conferências dos Capuchos 7


Neste último post será de sublinhar o balanço muito positivo do I Ciclo de Conferências dos Capuchos "Educação, Arte e Cidadania: O Diálogo Social". E, se no enceramento, os organizadores elogiaram todos os intervenientes e a adesão e participação do público, será também justo fazê-lo em sentido inverso.

Será justo que a escola e a comunidade manifestem o seu reconhecimento ao Centro de Formação AlmadaForma, especialmente à Profª Adelaide Paredes da Silva, o cerne de toda a iniciativa e energia positiva, que não desmereceu, mais uma vez, o halo de sonho e concretização a que já nos habituou, ao longo de anos de intervenção nesta escola e na região de Almada; aos Professores da escola, José Pontinha, Luzia Lourenço e José Henrique Fernandes, também obreiros deste sonho e da sua concretização.

Que se dê os parabéns, também, a todos os que participaram.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Conferências dos Capuchos 6



O programa deste sábado, 28 de abril, continuou nos restantes espaços do Convento dos Capuchos com a visita às exposições que integraram este primeiro ciclo de conferências, contando com a presença dos respetivos autores, nomeadamente  Figurações & Poéticas de Álvaro Mendonça que também disponibilizou o livro da sua autoria Trilogia Apoteótica, lançado na primeira jornada; a exposição Floralis, dos alunos de Artes Visuais da Escola Secundária do Monte de Caparica; Relicários, de Rui da Rosa; Cerâmica de Helena Abrantes.

Seguiu-se a sessão de degustação de gastronomia conventual, “Segredos Doces” Nexus Lusitaniae, da autoria da profª Doutora Vanda La Salete.  E,  finalmente,  aconteceu o momento de encerramento com  balanços, palavras de agradecimento e alegria por se ter conseguido imprimir tanta qualidade a todo o evento. Foram distribuídos diplomas aos organizadores, aos artistas presentes e aos variados colaboradores, tanto alunos, professores e funcionários da escola como de outras escolas,  tendo sido destacada a colaboração do grupo de alunos do Curso Profissional de Secretariado do Agrupamento de Escolas Ruy Luís Gomes que, orientados pelos seus professores Miguel Franco  e Francisca Angelino, desempenharam o seu papel de uma forma já muito profissional e elegante.

Para além da referência à qualidade das intervenções dos conferencistas e à reflexão e debate suscitados, os artistas plásticos com exposições patentes nos espaços do Convento dos Capuchos foram, naquele momento, particularmente acarinhados nas palavas finais, pela qualidade dos seus trabalhos e a sua presença ativa em todas as jornadas.

Conferências dos Capuchos 5


As Conferências dos Capuchos “Educação, Arte e Cidadania: O diálogo social”, terminaram  no passado sábado, 28 de abril, desta vez sob o lema “Questionar, compreender e agir”. Receberam os presentes a Profª Adelaide P. da Silva, do Centro de Formação AlmadaForma que traçou as aspirações da organização para este I Ciclo de Conferências e o balanço que considera muito positivo das duas jornadas anteriores;  também tomou a palavra a  subdiretora da ES do Monte de Caparica que enfatizou  o orgulho da coorganização e do papel que a escola tem desempenhado na comunidade não só na sua função educativa e formativa mas de promoção da integração e diálogo social e intercultural. Saudaram os conferencistas da tarde e a audiência, agradecendo a comparência, mais uma vez, da Dra. Elisa Marques, Coordenadora da Equipa de Educação Estética e Artística do MEC, do Dr. Prof. Doutor Fernando Reis, Diretor Geral da Educação e também do Diretor Adjunto da DRELVT, Dr. João Passarinho. A Dra. Ana Gameiro, representando novamente a CMA sublinhou o agrado de acolher no Convento dos Capuchos o evento e o trabalho de colaboração e parceria ao longo dos anos, tanto com o Centro de Formação como com a ES Monte de Caparica.

Num apontamento de transição nos trabalhos, ouviu-se um fado, “Ó gente da minha terra”, interpretado por Leonor Arrimar, acompanhada por Rafael Neves na guitarra, ambos alunos da escola.

As comunicações da tarde iniciaram-se com o  Engº Diogo Simões Pereira, da EPIS, Empresários pela Inclusão Social que apresentou o trabalho desenvolvido pela associação ao longo de seis anos, na que designou área de realização do potencial dos jovens. O trabalho, que incide sobretudo na área da educação pela inclusão socia,l desenvolve-se em intervenções ao nível da família, da escola e da comunidade. O apoio prestado pela EPIS, ligado ao mundo e lógica empresariais foi  também disponibilizado às escolas e estruturas sociais da região de Almada.

O Prof. Doutor David Justino, ex-ministro da educação, começou por percorrer os diferentes temas e reflexões propostos no presente ciclo de conferências e identificou um conceito que considerou estar em falta, o do “conhecimento”. A partir da reflexão do que é educar, resumiu-a na afirmação de que “educar é, acima de tudo, capacitar”. Referiu a controvérsia em torno do conceito de “competências” e preferiu uma terminologia própria, propondo o enfoque na definição de “capacidades”, à qual atribuiu várias vertentes: a do conhecimento, a das competências, a da experiência, a das predisposições. Defendeu a revalorização do conhecimento e da cultura científica, não obstante a valorização, em simultâneo, do conhecimento que advém da cultura e das artes, numa outra dimensão do conhecimento: a humanística.

Seguidamente tomou a palavra a Dra. Helena Barroco em representação do Dr. Jorge Sampaio como Alto Representante das Nações Unidas para a Aliança das Civilizações, que não pôde estar presente, apresentando a perspetiva da Aliança das Civilizações que se desenvolve no plano global se prolonga até ao nível local, atingindo as comunidades. Focalizou os principais objetivos, nomeadamente o de contribuir para a abordagem positiva da diversidade e torná-la um fator de inclusão, diálogo e desenvolvimento; o de estimular a mudança de atitudes e de perceções, combatendo estereótipos e preconceitos; o de estimular o desenvolvimento da chamada competência intercultural e também da literacia cultural. Enfatizou a necessidade de apetrechar os cidadãos com competências para lidar com a diversidade como uma vantagem e não como uma obrigação, um fardo ou limitação. Apresentou dois vídeos, um sobre a génese e objetivos da Aliança e outro sobre uma das iniciativas que é a das Escolas de Verão da Aliança das Civilizações cujas edições mais recentes têm tido lugar em Portugal.

A sessão continuou com a apresentação do Coro Juvenil da Academia de Música de Almada, dirigido pela Maestrina Marta Costa, interpretando Cantique de Jean Racine, de  G. Fauré  e  o 1º andamento de Gloriain Excelsis Deo, de A.Vivaldi.

Terminou-se a sessão, realizada na sala do piano, com a entrega dos prémios do concurso anual de Desenho da escola, na sequência de projetos de sensibilização ao património local. Este ano, em  colaboração com Centro de Interpretação da Mata dos Medos e professores da Universidade Nova de Lisboa, o produto do trabalho desenvolvido esteve patente  na exposição Floralis que integra o programa destas conferências. Os prémios, financiados pelo Clube de Rotários da Costa da Caparica, foram entregues aos seguintes alunos: 1º Lugar – Samuel Ferreiro;  2º lugar – João Filipe Monteiro; 3º lugar – Carolina Lia Santos.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Concurso PORDATA- RBE - resultados na escola



A nível nacional participaram quase 200 alunos de 65 escolas diferentes, tendo sido vencedores alunos da ES Rainha Santa Isabel (Estremoz), ES do Entroncamento e Colégio Rainha D. Leonor (Caldas da Rainha).

Ver mais em:  

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Leituras & Companhia a 2 de maio

Comissário do PNL na ES Monte de Caparica

O Comissário do Plano Nacional de Leitura, Dr. Pinto do Amaral, esteve na nossa escola no passado dia 19 de abril. Visitou a biblioteca, apreciando o desenvolvimento do seu acervo para o qual tem contribuído o PNL, para além do reforço efetuado pela direção e por alguns projetos que a biblioteca desenvolve e que resultam, também, nessa ampliação. Inteirou-se do esforço relativo ao tratamento documental  e disponibilização do catálogo on-line, progressivamente ampliado, e das atividades desenvolvidas pela biblioteca, ou em parceria com os outros setores da escola e da comunidade, algumas das quais inscritas no Plano Nacional de Leitura. Honrou a biblioteca com o seu interesse e prometeu estar presente na inauguração do novo espaço da biblioteca que se aguarda com ansiedade.

Seguidamente, proferiu uma conferência no auditório, dirigida aos alunos do 12º ano, organizada pela coordenação do PNL da escola e pelo grupo de Português, sobre conteúdos curriculares. VER MAIS

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Conferências dos Capuchos 4


A segunda parte da tarde, passou-se, à semelhança do sábado anterior, na sessão de degustação de gastronomia conventual, “Segredos Doces” Nexus Lusitaniae, da autoria da Profª Doutora Vanda La Salete (desta vez com mais espaço, nos claustros do convento), com a  visita às exposições e interacção com os respetivos organizadores e autores:  Floralis dos alunos de Artes Visuais da Escola Secundária do Monte de Caparica,  Relicários de Rui da Rosa,  Cerâmica de Helena Abrantes e Figurações & Poéticas de Álvaro Mendonça. Na exposição deste último foi, novamente, referenciado o seu livro Trilogia Apoteótica, apresentado publicamente na semana anterior e foi escutado o poema epitaphium [panfleto apócrifo], lido a três (e mais) vozes.

A qualidade das duas jornadas já concretizadas faz aumentar a expectativa e vontade em comparecer também na última, no próximo sábado, 28 de abril de 2012, no fantástico e inspirador local que é o Convento dos Capuchos. Até lá!

Conferências dos Capuchos 3


 A 21 de abril de 2012 continuaram as Conferências dos Capuchos - “Educação, Arte e Cidadania: O diálogo social”, neste  segundo sábado subordinadas  ao lema “Comunicar, criar e mudar”.

 Na sessão de abertura e representando a organização das conferências usou a palavra a Profª  Adelaide Paredes da Silva, do Centro de Formação AlmadaForma,  e a Profª Manuela Dâmaso, Diretora da Escola Secundária do Monte de Caparica. O depoimento da Câmara Municipal de Almada, foi, nesta tarde, proferido pela Dra. Ana Gameiro.  A meio da sessão, num apontamento de continuidade e surpresa, escutou-se a  duas vozes – de  um pai  e seu filho (José e Vasco Pontinha) -  um excerto de Clarabóia, de José Saramago. 

 Seguiram-se as comunicações principais do dia, da Dra. Elisa Marques, Coordenadora da Equipa de Educação Estética e Artística do Ministério da Educação e Ciência e do Dr. Jorge Barreto Xavier, consultor em Educação da Fundação C. Gulbenkian, Professor Auxiliar do ISCTE e coordenador do Projecto e do livro Arte e Delinquência. A riqueza das apresentações suscitaram um período de debate, com várias questões levantadas pelos intervenientes da assistência. 

Três temas de José Afonso - Vejam bemMenino d' oiroResineiro engraçado (pop.) -  com arranjos de Ruben Alves, ao piano, e interpretação da solista Cristina Loureiro encerraram, com arte e magia musical, a primeira parte da tarde. O primeiro tema foi o escolhido para o encore.